Doce de figo de Torres Novas considerado o melhor dos melhores em prova nacional

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O CNEMA em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal organizaram o 13º Concurso Nacional Doces de Fruta Tradicionais Portugueses que decorreu a 16 de outubro no Centro Nacional de Exposições em Santarém.

Na lista de permeados o destaque vai para o “Doce de Figos Brancos secos de Torres Novas” confecionado por O Pereiro de Santo António Unipessoal, Lda. Classificado como o Melhor dos Melhores. Confecionado a partir de 3 variedades de Figos brancos Secos de Torres Novas (Pingo de Mel, Lanjal e Princesa), a empresa Torrejana produziu este doce/compota de Figo, com a originalidade de ser feita a partir do figo já seco (o usual é serem feitas a partir do figo fresco).

A região arrecadou também uma medalha de ouro pela marmelada das Abitureiras. A Torre Velha apresentou neste concurso uma marmelada produzida com marmelos de variedades antigas. Textura um pouco granulosa e consistência firme. A cor é âmbar claro. Cheiro bastante frutado a marmelo deixando um sabor residual intenso, característico deste tipo de fruto antigo. Este sabor “cítrico” dá frescura á marmelada não a tornando um produto pesado e enjoativo. Com esta avaliação a Quinta da Torre de Abitureiras, concelho de Santarém, conquistou uma medalha de ouro.

Na 13ª edição do Concurso Nacional Doces de Fruta Tradicionais Portugueses foram atribuídas sete medalhas de ouro, uma medalha ao doce de figo, uma ao doce de abobora, uma ao doce de maçã e castanha e uma ao doce de maçã e moscatel, as compotas de abobora com noz e compota de tomate também receberam uma medalha cada uma e a marmelada das Abitureiras que também arrecadou uma medalha de ouro. Mas o destaque principal vai para a medalha de o melhor dos melhores atribuída ao doce de fogo de Tores Novas. 

A lista de premiados pode ser consultada aqui

 

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